Notícias

Gerente de futebol do Cruzeiro fala sobre as lesões de LCA no elenco

A dirigente destacou que o clube procurou especialistas para entender o caso

Receba as principais notícias do Cruzeiro no seu WhatsApp!

Ícone WhatsApp Seguir

Em uma entrevista à imprensa neste sábado (18), a gerente de futebol do Cruzeiro Feminino, Luiza Parreiras, falou sobre as lesões de LCA, sofrida por muitas atletas da equipe celeste neste ano de 2026. A dirigente ressaltou que o clube vem investigando e realizando um grande trabalho e já identificou pontos importantes.

Luiz Parreiras afirmou que no início, o clube procurou entender, descobrir as causas do grande número de lesões. A gerente ressaltou que o processo envolveu todos os funcionários, tendo em vista a gravidade do caso.

“Primeiro de tudo, era realmente entender, procurar descobrir as causas, como eu falei anteriormente, a gente vem conversando. Todo clube lida com uma lesão de LCA, futebol feminino, a gente sabe, mas não no número elevado como foi. A partir desse momento a gente chega na conclusão que não foi simplesmente um azar, a gente precisava falar sobre isso, identificar o problema, definir algumas estratégias de ações e é o que a gente fez, é o que foi feito, envolvendo todo o clube. Todos os funcionários, a partir do momento que se torna algo muito sério, obviamente traz um nível de preocupação muito grande e isso em todas as instâncias aqui do clube”, disse.

Além disso, o Cruzeiro também procurou especialistas, pessoas de fora da equipe para discutir e também buscar soluções para o problema. Luiza Parreiras afirmou que todos os dados foram analisados pelos profissionais do clube mineiro.

“A partir do momento que a gente começou analisar os dados, com a estrutura que a gente tem, de equipamentos, de relatórios, de monitoramento, possíveis causas, e a gente discutindo também com pessoas de fora do clube, especialistas, médicos, fisioterapeutas, para tentar realmente entender”, afirmou a dirigente.

No entanto, durante a análise, o clube identificou que não existiu um padrão durante as lesões. Mesmo analisando o período menstrual de cada atleta, o momento da temporada, não houve similaridade entre os casos.

“A questão é que não existiu um padrão, da gente identificar um padrão efetivo, nem momento, de período menstrual que essas atletas lesionaram, momento da temporada, coleta de peso, de percentual de gordura, então a gente foi, atacou várias linhas ali para tentar identificar esse padrão e não conseguiu. O que a gente conseguiu foi, chegar a uma conclusão de protocolos que já eram muito bons, protocolos que são padronizados e já vem do Cruzeiro, desde anos anteriores, desde temporadas anteriores e identificar que a gente precisava aprimorar esse protocolo e também numa linha de pensamento que a cada ano vem aumentando essa exigência física no futebol feminino”, destacou.

Dyhego Salazar

Dyhego Salazar é jornalista e radialista, desde 2016 atua na cobertura do Cruzeiro Esporte Clube. Também é editor e responsável pelo Diário Celeste, um dos maiores portais de notícias do Cruzeiro.

Diego Marinho

Diego Marinho é um jornalista esportivo, especialista em cobertura do Cruzeiro Esporte Clube, também formado em história. Desde 2020 atuando como repórter setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

Leia também

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo