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Ex-dirigentes são condenados após Justiça apontar desvio de finalidade contra o Cruzeiro; entenda

Antigos gestores do clube deverão devolver cerca de R$ 50 mil aos caixas da Raposa

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A Justiça do Governo de Minas Gerais julgou precedente uma ação movida pelo Cruzeiro os ex-dirigentes Wagner Pires de Sá e Itair Machado. O processo foi aberto pelo clube em 2020, e a decisão tomada é valida pela primeira instância.

Conforme apuração do portal Central da Toca, a juíza Cláudia Coimbra Alves entendeu que o Cruzeiro não deveria arcar com a contratação de um escritório de advocacia para defender Itair Machado. A defesa estava relacionada a ações movidas por Bruno Vicintin, ex-dirigente do clube.

A decisão determina que Wagner Pires de Sá e Itair Machado devolvam mais de R$ 49 mil aos cofres do Cruzeiro. O valor será corrigido monetariamente e acrescido de juros. Vale destacar que a sentença ainda permite recurso por parte dos ex-dirigentes.

O processo questiona o uso de dinheiro do Cruzeiro para custear a defesa pessoal de Itair Machado. Na época, a contratação do escritório foi assinada por Wagner Pires de Sá, então presidente do clube. O time estrelado argumentou que o pagamento da defesa não atendia aos interesses institucionais do clube. A Justiça concordou com o entendimento do Cruzeiro e considerou que houve “desvio de finalidade” no uso dos recursos do clube.

A sentença também manteve o bloqueio e a indisponibilidade de bens de Wagner e Itair até o pagamento integral do débito. Os ex-dirigentes ainda foram condenados ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios.

Pedro Reis

Mineiro de Divinópolis, 21 anos. Comentarista esportivo e setorista do Cruzeiro pelo Diário Celeste.

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