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“Equipe com grande personalidade”, diz Artur Jorge, após vitória do Cruzeiro; veja

O treinador avaliou a virada do time celeste, mas se mostrou focado já no duelo contra o Goiás na próxima semana

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Após a vitória do Cruzeiro sobre o Bahia, por 2 a 1, na Arena Fonte Nova, neste sábado (9), o técnico do Cruzeiro, Artur Jorge, analisou o desempenho da equipe, que mesmo saindo atrás do placar, buscou a virada e volta para BH com os três pontos na bagagem.

“Olá, boa noite a todos. Eu quero aproveitar só esta oportunidade para, em primeiro lugar, em meu nome pessoal, de todo o staff (comissão técnica), dos seus colegas, com toda a certeza, mandar um abraço e toda a energia positiva para o William, que está a atravessar um momento pessoal mais delicado e, portanto, o que está também na nossa cabeça neste momento, podermos contribuir e tentar levar para ele alguma alegria também, que sei que está muito feliz, com toda a certeza, por esta vitória do Cruzeiro.”

“Em relação ao jogo, de fato, disse tudo ou quase tudo. Fomos uma equipe mais dominadora, fomos uma equipe que, desde o início, mostrou aquilo que vinha. Portanto, uma equipe com uma grande personalidade. Gostei muito do comportamento dos jogadores, mais uma vez, não só em termos de entrega, mas hoje dou ainda mais valor àquilo que foi a sua capacidade de compreender o jogo e àquilo que taticamente foi necessário fazer. Portanto, satisfeito por isso. É também uma evolução, é um processo de evolução. Temos que fazer coisas melhores ainda, mais, mas satisfeito nesta altura com o resultado, muito importante para nós.”, iniciou Artur Jorge.

Evolução dos jovens jogadores

“Valorizado também, merecidamente, aquilo que são os jovens jogadores que fazem parte dele todo. Portanto, para mim, a importância de ter 36 como o Fagner ou ter 18 como o Kenji não é muito relevante. A importância é que percebam aquilo que o Cruzeiro precisa como equipe: ter o compromisso. Oportunidades surgirem e estarem preparados.”

É muito importante para nós, em termos de clube, termos um Otávio, um Kauã Moraes, um Kenji, jogadores que, de facto, um Jonathan Jesus, jogadores que são todos muito importantes também por aquilo que é a sustentabilidade da base e de poder mostrar que temos que trabalhar em baixo também para poder potencializar em cima. E isso é muito importante para nós.”, disse Artur.

Como blindar o mental dos jogadores contra erros de arbitragem?

“É exatamente como aquilo que nós estamos a fazer no Cruzeiro. Ou seja, cada um a ter e a desempenhar o seu papel. Aquilo que o Bruno disse, nós todos estamos alinhados com aquilo que ele disse. É uma posição do clube, da estrutura, de toda uma estrutura que está envolvida neste processo, e cabe a mim e aos jogadores darmos o nosso melhor em cada um dos jogos.”

“Portanto, aquilo que nós controlamos é aquilo que é o nosso comportamento, aquilo que é o nosso desempenho, a nossa preparação e a ambição. E isso é a única forma de nós podermos blindar, porque, contra outros aspectos, já nos é muito difícil controlar e nós temos que olhar para dentro, para aquilo que nós temos a fazer e ter os comportamentos que hoje tivemos.”, comentou Artur Jorge.

Existe a possibilidade de poupar no Brasileirão para focar nas copas?

Não existe poupar jogadores para ninguém, porque não há margem para relaxamento. Nós temos que dar o nosso melhor em cada uma das competições. Não temos margem nenhuma de erro. Nós temos que competir a 100% em cada uma dessas competições. Estamos envolvidos e temos aqui decisões importantes até a pausa para a Copa do Mundo. Vamos dar o nosso melhor, sempre o nosso melhor, priorizando tudo aquilo que é competição e a nossa prioridade, nesta altura, é absoluta: Copa do Brasil, terça-feira, frente ao Goiás.”, comentou o portugues.

Qual a avaliação do retorno de Sinisterra?

Nós tentamos ter o cuidado de gerir aquilo que é o retorno dele. O Sinisterra há muito tempo que não joga. Hoje fez 60 e poucos minutos, creio eu, e é um jogador com uma qualidade individual acima da média. No pouco tempo de treino que temos, e estou dizendo para você, um dia de bom treino, às vezes dois, não mais do que isso, e os jogadores têm que me criar sensações. Têm que me fazer criar sensações de que eu posso apostar neles, de que eu lhes posso dar minutos, porque a verdade é que o caso dele, o caso do Marquinhos, que são jogadores que vêm de lesão prolongada, só vão conseguir ganhar condição ao jogar.”

“E que nós temos também que ter esse cuidado, porque é um jogador que vem de um período longo e que nós temos que ir, aos poucos, dar para ele minutos para que ele possa tentar chegar ao nível dos outros, assim como o Marquinhos, que eu lhe disse anteriormente.”, disse o técnico do Cruzeiro

Momento vivido por Kaio Jorge

Não se questionava comigo, não sei o que você está dizendo, porque o Kaio jogou o tempo que teve que jogar, deu o seu melhor. A ansiedade não me parece que o Kaio seja um jogador de ansiedade. É um jogador que está muito acostumado a fazer gol, é um dos maiores ativos e jogadores de potencial do clube, portanto, se estamos ansiosos com essa perspectiva, estamos todos errados. É um jogador que nós sabemos da qualidade que tem, e ele também. E as coisas têm um processo natural e está, como todos os outros, preparado para dar o seu melhor e ajudar a equipe.”, finalizou Artur Jorge, técnico do Cruzeiro.

Pedro Reis

Mineiro de Divinópolis, 21 anos. Comentarista esportivo e setorista do Cruzeiro pelo Diário Celeste.

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