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Artur Jorge analisa empate com Boca Juniors pela Libertadores e valoriza ponto no La Bombonera: “ponto importante”

Após empate, Cruzeiro depende apenas de si para garantir vaga nas oitavas de final da Libertadores

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Técnico do Cruzeiro, Artur Jorge analisou o empate com o Boca Juniors na noite da terça-feira (19), pela quinta rodada da Copa Libertadores. O treinador falou sobre vários temas, e no começo valorizou o ponto conquistado na Argentina. Pois, com ele, o Cruzeiro segue na frente do Boca Juniors, e vai enfrentar o Barcelo em casa na última rodada.

“Começo por dizer que, de fato, é um ponto importante para nós. É um ponto importante para aquilo que é a dificuldades que este grupo traz para todas as equipes. Nós sabíamos que teríamos aqui um jogo intenso, um jogo que se confirmou naquilo que era toda a paixão posta pelas duas equipes em campo, num ambiente fantástico, numa noite tremenda de futebol. Onde, o ponto conseguido é também fruto do contexto, tendo em conta aquilo que nós tivemos que suportar na segunda parte.”,

Destacou o treinador português

Ainda sobre o resultado, Artur Jorge apontou que ficou com a senação de que o Cruzeiro teria vencido se Gerson não tivesse sido expulso: “Devo dizer também que fico com a sensação de que se o Gerson não é expulso, com 11 jogadores até o fim, nós teríamos ganho o jogo. Essa é a sensação que fica, porque fizemos uma segunda parte bem mais consistente, bem mais a imagem daquilo que temos sido. Uma equipe que soube ter personalidade mais uma vez, num campo extremamente difícil, frente a uma equipe muito difícil, onde a equipe soube mostra o caráter que tem.”

Como foi a conversa no intervalo após o primeiro tempo abaixo?

Questionado sobre o que conversou com os jogadores no intervalo, tendo em vista o primeiro tempo abaixo, onde o Cruzeiro sofreu o gol. Artur Jorge disse:

“Tivemos a oportunidade no intervalo de todos reconhecermos que permitimos muito do adversário durante os 15 primeiros minutos. Onde perdemos algumas bolas em zonas proibidas, confundimos aquilo que era sair com critério ou sair com risco, acabamos por permitir ao adversário estar mais perto do nosso gol. NO intervalo tivemos a oportunidade de falar sobre isso, corrigimos alguns comportamentos para aquilo que era o que queriamos para algumas posições e alguns jogadores, e acabamos por ter uma segunda metade muito mais fluida enquanto estivemos com 11. E onde a demonstração de personalidade e competência da equipe veio. O resultado acabou por não se alterar, muito por culpa daquilo que foi nossa obrigação, de termos que mexer na equipe em função de uma expulsão, e não daquilo que poderia ser para acrescentar na equipe em termos ofensivos.”

“Segredo” para ter um grupo jovem que desempenha diante de adversários fortes

Na terceira pergunta, o treinador respondeu sobre o que é determinante para, mesmo tendo um grupo tão jovem, os jogadores conseguirem lidar com situações de pressão e outros, como foi contra o Boca Juniors:

“Eu diria que a importância daquilo que é a juventude, e aqueles que são mais experientes, é poderem se complementar. Nós temos aqueles que podem ter e tem, durante o jogo, em ambientes adversos como aqui tivemos, a capacidade de ter jogadores com mais irreverências, e outros com mais maturidade para poderam perceber os tempos de jogo. E isso faz com que a equipe possa ser capaz de dar respostas em ambientes e adversários que tem nos posto a prova. Viemos também de um jogo muito idêntico em São Paulo frente ao Palmeiras, aqui de frente ao Boca, dois resultados fora de casa que acabam por também que a equipe está no caminho do crescimento, está no caminho para poder conseguir atingir seus objetivos.”

Como foi o retorno ao La Bombonera?

“Voltar a Buenos Aires é lembrar de um dia história para mim, de um dia de grande satisfação, talvez o dia de maior satisfação esportiva para mim. Mas, vim com uma outra missão, de poder ajudar o Cruzeiro a atingir aquilo que se propunha, e viemos cá com a intenção muito clara de ganhar o jogo. Sabíamos que o Boca é uma equipe muito difícil, que teríamos como sempre acontece aqui, uma torcida apaixonada, muio intensa e que, de fato, empurra esse Boca para a frente. Mas a equipe sou, diria que a partir dos 15 ou 20 minutos, ter a capacidade de se encontrar, acelerar, e fazer um jogo interessante para aquilo que er ao que nós queríamos.”

Titularidade de Bruno Rodrigues, e entrada de Sinisterra e Villareal

Ademais, Artur Jorge foi questionado sobre proque optou por Bruno Rodrigues para começar devido a ausência de Arroyo: “O Bruno Rodrigues joga numa posição onde na impossibilidade de termos o Arroyo, tinhamos opções para jogar. Optamos pelo Bruno que é também um jogador que nos dá a chegada a área, a possibilidade de ter jogo interior, e que tem a capacidade de poder alternar com o Matheus (Pereira) aquilo que são as posições de ligação, e as posições de maior profundidade dentro da área.

Ademais, sobre as entradas de Sinisterra e Villareal, disse: “As opções, depois, em relação ao Sinisterra e ao Néiser (Villareal), o Néiser muito mais para não perdemos a velocidade na frente porque sabíamos que iríamos ter mais tempo passando em zonas baixas, e precisaríamos de ter um jogador na frente, como aconteceu. Na oportunidade que ele teve para fazer o gol, de poder atacar o espaço nas costas da linha defensiva. E o Sinisterra porque é um jogador que tem qualidade para ficar com a bola, e precisávamos também de ter a bola, e de ter um jogador que fosse capaz de quando a bola chegasse a ele, ter a temporização necessária para que equipe tivesse não só de respirar, mas de chegar a baliza contrária de forma objetiva e organizada.”

Cruzeiro sai mais fortalecido?

Na penúltima pergunta da coletiva, Artur Jorge respondeu se o Cruzeiro sai fortalecidade, já que decide a vaga oitavas de final da Libertadores em casa, dependendo somente de si: “Cruzeiro sai daqui um pouco melhor do que chegou. Porque falta 1 jogo, temos uma vantagem direta sobre o nosso adversário, temos uma decisão em casa contra o Barcelona, mas nada está decidido nesta altura naquilo que é este grupo na Libertadores. Temos tudo em aberto para poder, em casa, decidir a nosso favor a continuidade em relação a este grupo da Libertadores.”

Explicação do gol marcado por Fagner

Sobre o gol marcadopor Fagner, o treinador destacou que foi trabalhando buscando explorar uma fragilidade defensiva do Boca: “O gol do Fagner surge do aproveitamento não da falha dos laterais adversários, mas de uma jogada boa do Cruzeiro de envolvimento, de chegada dos nossos laterais no último terço. Em que um faz o cruzamento, e no lado oposto o laterla contrário finaliza dentro da área. Isto significa aquilo que é a projeção dos nossos laterais, ter jogadores em zonas altas, ter muita gente dentro da área, e ter a capacidade de aproveitar também aquilo que é uma finalização do lado oposto, tendo em visto que o extremo contrário estava mais subido, ou fechado por dentro. Como nós sabíamos que o Boca normalmentem defende.”

O que achou da arbitragem?

Questionado sobre o que achou da arbitragem, Artur Jorge foi bem objetivo: “Sobre a arbitragem, devo dizer que de toda a expectativa que era esse jogo, toda a tensão que se foi criando ao longo do tempo, e desde o jogo de Belo Horizonte, a arbitragem esteve ao nível daquilo que era a exigência do jogo, e não merece mais comentários. A não ser dizer que esteve dentro daquilo que o jogo pediu com esses dois advsersários.”

Diego Marinho

Diego Marinho é um jornalista esportivo, especialista em cobertura do Cruzeiro Esporte Clube, também formado em história. Desde 2020 atuando como repórter setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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