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Há 34 anos Cruzeiro conquistava Supercopa da Libertadores vencendo o River Plate; relembre

Título fez parte de uma das décadas mais vitoriosas da história do clube

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O Cruzeiro celebrou, nesta quinta-feira (20), a conquista do título da Supercopa da Libertadores de 1991. A conquista completou 34 anos, e foi obtido vencendo o River Plate-ARG em final muito emocionante. Relembre a trajetória celeste e como foi a final!

A conquista foi a segunda de uma década de 90 muito vitoriosa no Cruzeiro, e no elenco estavam nomes consagrados na história do clube. Como, por exemplo, Nonato, Adílson Batista, Marco Antônio Boiadeiro e o técnico Ênio Andrade.

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Ademais, vale ressaltar que a Supercopa reunia os campeões da Copa Libertadores, de várias edições. Além do Cruzeiro, estavam na disputa outros 3 times brasileiros: Flamengo, Grêmio e Santos.

O início não foi fácil, com o Cruzeiro empatando sem gols nos dois jogos contra o Colo Colo-CHI. Assim, a disputa da vaga nas quartas de final, foi decidida nas penalidades, com a raposa vencendo por 4×3: Boiadeira, Mário Tilico, Charles e Paulão converteram suas penalidades.

Posteriormente, nas quartas, a equipe mineira aplicou uma goleada de 4×0 no Nacional-URU na ida, e perdendo por 3×0 na volta. Nos duelos, o principal destaque foi o atacante Charles, que marcou 3 gols. Enquanto, Boiadeiro fez o 4°.

Dessa forma, com 4×3 no placar agregado, o clube celeste avançou a semifinal, onde novamente foi para as penalidades, após dois empates com o Olímpia-PAR (1×1 e 0x0). Mas, dessa vez, com 100% de efetividade nos 5 pênaltis iniciais, o Cruzeiro avançou a final.

Assim como as fases anteriores, a final foi decidida em jogos de ida e volta, com a decisão sendo disputada no Mineirão. Pela frente o Cruzeiro tinha o Rive Plate-ARG, que havia sido campeão argentino na temporada anterior, de 1990.

Por fim, vale ressaltar que a equipe argentina era treinada Daniel Passarella, ex-jogador considerado por muito o melhor zagueiro da história da argentina. Assim, na ida, o River PLate-ARG fez valer a força da sua casa, vencendo po 2×0 no estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires.

Enquanto, a volta contou com mais de 60 mil torcedores no Mineirão, que empurraram o Cruzeiro rumo a conquista do título. A equipe celeste venceu por 3×0 com dois gols de Mário Tilico, e um de Ademir, levantando o troféu do torneio.

  • Goleiro: Paulo César Borges
  • Defensores: Paulão, Adilson Batista, Nonato, Célio Gaúcho, Zelão, Vanderci
  • Meio-campistas: Ademir, Marco Antônio Boiadeiro, Luís Fernando “Macalé” (meia-ofensivo) e Andrade
  • Atacantes: Mário Tilico (Paulinho), Charles e Marquinhos
  • Técnico: Ênio Andrade

Diego Marinho

Diego Marinho é um jornalista esportivo, especialista em cobertura do Cruzeiro Esporte Clube, também formado em história. Desde 2020 atuando como repórter setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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