sábado, abril 17, 2021
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Pós Jogo – GE Brasil 1×0 Cruzeiro – Análise tática da partida

Mais uma derrota, desempenho ainda tendo muito o que melhorar e a distância para o G4 cada vez maior, a cada rodada fica mais difícil correr atrás dessa diferença, e para o torcedor fica mais difícil acreditar em quem comanda a equipe!

Quem foi a campo?

Cruzeiro

1Fábio Goleiro
2Raúl Cáceres Lateral-Direito
14Cacá Zagueiro 93'
3Léo Zagueiro
36Matheus Pereira Lateral-Esquerdo
8Henrique 25 Volante
16Jadsom Volante
77Airton 37 Atacante 54'
11Maurício 10 Meio-Campo
7Arthur Caike 49 Atacante
9Marcelo Moreno 18 Atacante
10Régis 11 Meio-Campo
25Filipe Machado 8 Volante
49Claudinho 7 Meio-Campo
37Roberson 77 Atacante
18Thiago 9 Atacante

Treinador: Enderson Moreira

Organização Defensiva

O Cruzeiro novamente passou a maior parte do tempo marcando em bloco médio, e foi muito bem fechando os espaços, até onde o físico deixou.

E na primeira parte do jogo a equipe conseguiu subir bem a pressão, com a coordenação e intensidade que vinha faltando em outros jogos e o Brasil-RS pouco produziu nos primeiros 30 minutos (muito pela limitação técnica do time).

Porém no final do 1º tempo e durante o segundo tempo o time foi caindo de produção fisicamente, o que permitiu ao Brasil-RS ganhar território, e começaram a levar mais perigo.

E o gol sai exatamente nesse intervalo, o Brasil chega ao último terço sem dificuldades e após cobrança de lateral consegue encontrar um jogador livre para realizar um cruzamento perfeito.

Transição Ofensiva

Uma fase que a cada jogo parece que está pior, o Cruzeiro poucas vezes consegue sair em velocidade (que é a prioridade), e muitas vezes a jogada acaba em um “chutão” ou quando sai em velocidade erra muito na tomada de decisão. Quando não dá o “chutão” e nem consegue sair em velocidade a equipe entra em organização ofensiva.

Organização Ofensiva

Como mostrou os colegas da @CruzeiroStats, o Cruzeiro até conseguiu criar chances de gol (3) e finalizar bastante (22), mas apenas 5 finalizações acertaram o alvo. Muito porque a maioria das finalizações foram de bola parada ou de longe, sem levar perigo.

Para criar alguma jogada minimamente boa a equipe vem dependendo muito de Jadsom ou Airton, o volante consegue verticalizar bem o jogo, e vem sendo o dono do meio de campo, enquanto Airton é o motorzinho, conseguindo conduzir a bola em velocidade, vem levando perigo em jogadas individuais. Mas isso só demonstra como o coletivo do Cruzeiro está devendo ofensivamente, está na hora de melhorar isso, Enderson.

E uma coisa que venho cobrando bastante começou a acontecer no último jogo, mas ainda de forma tímida: o Cruzeiro começava sua construção por um lado para inverter a bola e achar algum jogador no 1×1 (nesse jogo buscou muito a inversão da esquerda para o Airton).

Transição Defensiva

O Cruzeiro demonstrou um pequena melhora nessa fase, foi bem em pressionar quando perdia a bola, porém mais uma vez parece que o físico pesou em um certo momento do jogo, e as falhas começaram a ser constantes.

Conclusão

Acho sim que o Cruzeiro possa ter melhorado, mas muito por conta do nível técnico do adversário, estamos longe de um desempenho aceitável e como foi mantido no cargo, o treinador tem mais uma chance na segunda de mudar isso.

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