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Wagner fala sobre final da Libertadores de 2009 do Cruzeiro: “Todo mundo tem as suas teorias”

O ex-meia afirmou que não houve problema nos bastidores

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Um dos jogadores do Cruzeiro no vice da Copa Libertadores de 2009, o ex-meia Wagner concedeu uma entrevista na última segunda-feira (17), ao programa Noite Celeste, do canal 7tv, no Youtube. O ex-jogador comentou sobre a sua trajetória no Maior de Minas e da perda do título para o Estudiantes.

Wagner respondeu se houve algum problemas nos bastidores para a perda do título. O ex-meia afirmou que apesar das inúmeras teorias que existem sobre o vice da Libertadores de 2009, ele acredita que o Cruzeiro perdeu por não ser o momento, já que os jogadores, treinador e comissão técnica trabalharam muito para buscar a conquista.

“A final para mim, como todo mundo tem as suas teorias, eu acho que a gente perdeu por que não era o nosso momento. Não sei por que Deus quis isso, não sei por que aconteceu, por que nós trabalhamos muito, merecíamos muito, o Adilson trabalhou demais, a sua comissão técnica trabalhou demais também. Só que é o futebol, infelizmente tem dessas coisas”.

Afirmou o ex-meia do Cruzeiro

“A do Ramires, de ter tirado o pé, nunca teve isso. Briga, me fala quem em sã consciência vai se preocupar com picuinha, com dinheiro, brigas, vocês nunca ouviram falar de nenhuma briga, em 2008 e 2009, me fala, a gente tinha o Kleber, que era um cara que era explosivo, sempre estava ali, nunca teve, nunca tivemos. Muita das coisas foram falácias, que a oposição criaram para jogar aqui dentro. Confusões não tiveram nenhuma, nem gasta tempo, na hora que chegar alguém para falar que teve isso, que teve aquilo, não teve nada. Perdemos na bola, simples”, respondeu.

O ex-jogador ainda comparou o time de 2009 com o de outros anos que o Cruzeiro foi campeão de torneios nacionais, mas que acabaram não conseguindo chegar a final da Libertadores. Wagner citou ainda que jamais ouviu um barulho tão ensurdecedor como o da torcida comemorando o gol do Henrique na final de 2009.

“Você pega 2009, aí você vai pegar 2003 que tinha Alex, Tríplice Coroa, não conseguiram chegar, 2004 não chegaram, para você ver como o futebol é apaixonante e é maluco ao mesmo tempo, 2009 fomos vice, depois de lá para cá, teve o Cruzeiro campeão em 2013 e 2014, não foi também, não chegou a uma final. 2017 e 2018, Copa do Brasil, não chegou. Cara, as vezes você chega, não merece e é campeão, e aquela equipe que chegou ali, está preparada, vai ser campeão, tem tudo, jogo em casa, fizemos 1 a 0, todo mundo eufórico, já falei isso para o Hugão e tenho que falar para quem não escutou que é o seguinte, nessa final foi a única vez em toda a minha carreira, 20 anos de profissional, que eu escutei o maior som de uma torcida no Mineirão, eu nunca mais escutei um barulho tão ensurdecedor, da torcida comemorando após o gol do Henrique”, afirmou.

Por fim, Wagner afirmou que escolhe lembrar das coisas boas de sua passagem pelo Cruzeiro, como duas vitórias em final sobre o Atlético por 5 a 0.

“Então eu escolho lembrar dessas coisas boas, foi triste, foi complicado, uma cicatriz imensa em nossa carreira, só que também teve outras coisas boas, fomos campeão 5 a 0, também já falei em outras oportunidades, nunca perdi para o Atlético começando uma partida, no segundo ano ganhamos de 5 a 0 de novo”, concluiu.

Dyhego Salazar

Dyhego Salazar é jornalista e radialista, desde 2016 atua na cobertura do Cruzeiro Esporte Clube. Também é editor e responsável pelo Diário Celeste, um dos maiores portais de notícias do Cruzeiro.

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