Técnico analisa empate com a Ferroviária no Brasileirão Feminino, detalha escolha por 3 zagueiras e comenta jejum de gols da artilheira Letícia; confira
Equipes empataram em 1x1 pela sexta rodada do torneio
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Técnico do Cruzeiro, Jonas Urias analisou o empate com a Ferroviária pelo Brasileirão Feminino A1. Além disso, o treinador detalhou a escolha e manutenção deo esquema com 3 zagueiras, mesmo sem tanta opções de jogadores da específicas da funação no elenco. Ademais, ele também comentou a situação de Letícia, artilheira temporada passado, mas que ainda não fez gols em 2026.
Inicialmente, Jonas Urias falou sobre o esquema com trêz zagueiras. Em pergunta do Diário Celeste, ele foi questionado se foi um planejamenteo trabalhar apenas com 3 zagueiras de origem, considerando o retorno recente de Tainara aos gramados, e de Vitória Calhau, que estava lesionada:
“Foi um planejamento sim. A Laura treina como zagueira todos os dias, então não foi um improviso (entrar na zaga contra a Ferroviária). Então, quando uma atleta entra num jogo, 90% das vezes é treinado, exaustivamente treinado. Então, a sensação de improviso, na maioria das vezes, é equivocada. Temos muita segurança na capacidade que ela tem para fazer, para jogar na linha de baixo. Ela tem feito excelentes treinos na posição, assim como a Leticia Alves e a Ketlin, que atuam ali. Então, essa versatilidade das nossas jogadoras, é vista como uma virtude e não uma limitação.”,
Disse o treinador sobre o esquema tática com 3 zagueiras
Jejum da artilheira
Um dos principais nomes do Cruzeiro na temporada passada foi a atacante Letícia Ferreira, artilheira com 27gols marcados em 29 jogos. No entanto, em 2026, ele não faz nenhum gols no 6 jogos do clube até o momento. Assim, em pergunta também do Diário Celeste, Jonas Urias comentou a situação:
“Estamos dando muito apoio a ela, é uma atleta fundamental para o nosso grupo. Deixamos isso claro para ela todos os dias, manifestamos essa posição de que confiamos muito nela. Ela é uma jogadora que, sem dúvida, com o quanto ela trabalha e se dedica, vai conseguir reverter esse momento, que para uma atacante de ofício é de muito incômodo. Então, estamos dando todo o apoio e suporte para ela, e é seguir trabalhandp. Conseguir entrar em campo com a leveza que entrou (diante da Ferroviária) para acertar seus lances tecnicamente, estar em bons lugares, que a oportunidade vai aparecer. E quando aparecer, ela estar confiante, pois sabemos da qualidade e que ela será capaz de vencer jogos para a gente.”,
Respondeu o treinador
Tempos distintos
Por fim, sobre o jogo, Jonas Urias foi questionado sobre o porque de dois tempos distintos, e começou analisando o primeiro: “Nunca vamos entrar em um jogo dispostos a fazer dois tempo distintos. Mobilizamos informações e motivações para que a equipe entre, desde apito inicial com força, pegada, energia, criatividade e coragem. Vamos seguir nessa investigação para que o time entregue constância durante todo o tempo do jogo. Então, por exemplo, a força da nossa defesa, o perde pressiona, a criação dos momentos de roubada através de salto, sustenção de pressão, foi muito ruim no primeiro tempo. Então, a Ferroviária escapava muito fácil, virava o jogo, construia com muito mais facilidade.”
Na sequência, apontou o que faltou na etapa inicial: “Enquanto no segundo tempo, a energia lá em cima, o senso de urgência muito ligado, conseguimos colocar pressão na bola, forçar erro, recuperar a posse em pontos mas altos do campo. E, principalmente, inibir a pressão e o jogo de pé em pé da Ferroviária. Assim como a defesa de profundidade foi muito ruim no primeiro tempo, e sabiamos que isso seria muito complicado contra a Ferroviária. Isso foi mostrado, explicado, mas o senso de urgência estava muito baixo no primeiro tempo, e acho que isso fez a maior diferença.”
Por fim, complementou: “Não pode ser assim contra um adversário de alto nível, e vou dizer mais, no Brasileirão (Feminino) 2026, não podemos se dar ao luxo de ceder ao adversário coisas que estão dentro do plano de jogo. Não podemos executar de uma forma incopetente os planos e as análises que fazemos dos nossos adversários. Então, eu colocaria que esse senso de urgência foi diferente de um tempo para o outro, e quando ele esteve presento, fomos muito bem.”