Estudos apontam que remoção de cadeiras não garante mais público no Mineirão; entenda
A retirada das cadeiras tem previsão para acontecer apenas em 2026
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A lei sancionada pelo governador Romeu Zema permite a retirada de cadeiras em estádios públicos de Minas Gerais, incluindo o Mineirão, casa do Cruzeiro. A questão é se isso aumentaria a capacidade de público do estádio. Otávio Goes, gerente técnico da Minas Arena, afirma que a remoção de cadeiras não garante aumento de capacidade.
Outros fatores estudados pela Minas Arena são novas rotas de fuga, catracas e bares, pontos que podem influenciar na ampliação. A responsabilidade pela decisão é atribuída ao Corpo de Bombeiros; há também debate sobre os custos da operação. O diretor de marketing do Cruzeiro, Marcone Barbosa, vê a retirada das cadeiras do Setor Amarelo de forma positiva, mas destaca a necessidade de estudos detalhados sobre execução e custos.
A lei surgiu após o início de uma campanha de torcedores do Cruzeiro, pedindo a retirada das cadeiras para o Setor Amarelo, onde ficam as torcidas organizadas atrás do gol. A Minas Arena informa que não será possível remover assentos do anel superior devido à incompatibilidade com exigências de barras antiesmagamento.