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Marlon compara ideia de jogo de Pepa com a do futebol turco

O lateral-esquerdo Marlon foi um dos jogadores entrevistados na Toca da Raposa II nesta terça-feira (4), após o treinamento. A imprensa teve acesso ao Centro de Treinamento do Cruzeiro e acompanhou a atividade dos atletas.

Marlon exaltou o período que o Cruzeiro vem tendo após a eliminação no Campeonato Mineiro, o jogador citou que o futebol brasileiro a maratona de jogos é intensa e esse tempo para treinar é importante.

“É muito importante, no futebol turco a gente tem um período maior de dias para os jogos né. E aqui no Brasil a gente vai ter uma maratona muito intensa agora até dezembro, mas é muito importante, tanto para o Pepa, quanto para os jogadores, a gente conseguiu recuperar um pessoal que estava fora. Ele está implementando a nova metodologia, a gente está se adaptando muito bem, cabe a gente agora a se preparar bem e se concentrar muito porque tem uma sequência muito importante e o Cruzeiro tem que começar com vitórias”, disse o lateral.

Questionado sobre o amistoso da última semana contra o Red Bull Bragantino e também sobre o jogo-treino que será realizado com o Juventude, Marlon citou a importância das atividades para que os jogadores se adaptem ao estilo de jogo do técnico Pepa.

“Os jogos-treino são para isso, para explorar nossas fraquezas. Acredito que a gente sempre quer vencer, lógico que é importante ter isso em mente sempre, quando você joga no Cruzeiro você tem que ambicionar vitórias, mas os jogos-treino são para corrigir os erros, adaptar novas situações. Para se adaptar a situações boas e ruins também, mas esse jogo contra o Juventude é mais um passinho na nossa trajetória para entender o que o Pepa quer, e colocar em prática o que a gente tem treinado nestes dias”, afirmou.

O atleta comparou a ideia de jogo de Pepa com a que era utilizada pela sua equipe na Turquia. Marlon no entanto, citou a qualidade individual que alguns jogadores brasileiros tem, e pode fazer a diferença em algumas partidas.

“Ele está trazendo uma ideia de jogo muito similar até a que a gente jogava no futebol turco, mas a gente sabe que aqui no futebol brasileiro tem uma diferença grande, que é a individualidade. Você tem jogadores com requinte técnico muito maior, você tem que estar muito atento aos jogadores que podem fazer diferença, aqui no Brasil você tem não só conjuntos que podem ganhar partidas, mas jogadores também”, destacou o jogador.

Assista a entrevista do lateral

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