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Marcelo Moreno, ídolo do Cruzeiro, conta como criou comemoração histórica; veja

O atacante boliviano marcou 54 gols com a camisa do Cruzeiro

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Marcelo Moreno, ex-atacante e ídolo do Cruzeiro, relembrou em entrevista ao jornalista Duda Garbi, como foi a criação de sua famosa comemoração. Conhecido como “Flecheiro Azul”, Marcelo explicou que a comemoração foi inspirada no gesto de lançamento de flecha, que foi uma evolução da comemoração de Gabriel Batistuta.

“É uma história que começa quando eu era adolescente e gostava muito de futebol. Eu assistia muito à Argentina. Gostava muito da Argentina e assistia ao Batistuta. Eu tentei improvisar um pouco.”.

Moreno contou que, quando ainda adolescente, assistia muito ao futebol argentino e era fã de Batistuta, também conhecido como Batigol. O atacante disse que admirava muito o estilo de jogo, visual e a comemoração de Batistuta, que imitava uma arma com as mãos ao marcar gols.

“Ele fazia gol pra caramba. Gostei dele, do estilo do cabelo, como ele fazia os gols e gostei da comemoração também. Falei, vou fazer essa comemoração em algum momento”.

Quando começou a jogar profissionalmente pelo Cruzeiro, Moreno tentou reproduzir o gesto de Batistuta, mas adaptou para um movimento de “soltar flechas”. A comemoração se popularizou à medida que os gols foram saindo, até render o apelido de Flecheiro Azul. Moreno explicou que evitou a imitação direta da arma porque não era bem vista, substituindo-a por um gesto mais original e aceito pelos torcedores.

“Ficou na minha cabeça. Virei jogador de futebol profissional e aconteceu que, no Cruzeiro, comecei a fazer assim (imitando o gesto de tiro com arma). Aí, improvisei de outro jeito, tipo soltando umas flechadas. Aí, pegou. Era muito gol, muitos gols no Cruzeiro”.

“Começaram a me chamar de Flecheiro Azul. Então, foi pegando. Em vez de fazer assim (imitar arma), que não pegava bem na época, metralhadora. Saía comemorando assim, mas improvisei, ficou legal. Aí que nasceu a comemoração do Marcelo Moreno.

Pedro Reis

Mineiro de Divinópolis, 21 anos. Comentarista esportivo e setorista do Cruzeiro pelo Diário Celeste.

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2 Comentários

  1. Todo mundo sabe que ele ajudou muito o cruzeiro, mais dessa maneira que estão mostrando aí acho que não ele é uma pessoa de caráter, jamais falaria isso dessa maneira!

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