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José Cifuentes fala sobre estilo de jogo, propostas de outros times e motivo de escolher o Cruzeiro; veja

José Cifuentes vem para reforçar o meio campo do Cruzeiro

Um dos últimos reforços anunciados pelo Cruzeiro, José Cifuentes concedeu entrevista coletiva nesta quarta-feira (28) na Toca da Raposa II. Onde falou sobre estilo de jogo, propostas de outros times e motivo de escolher o Cruzeiro. Veja abaixo o que ele disse.

Primeiro, sobre o estilo de jogo, José Cifuentes destacou sua capacidade de adaptação: “Nos clubes em que joguei, tive um posicionamento de camisa 8, atacando mais, mas também posso fazer a função de defender um pouco mais. Me adapto ao sistema colocado pelo treinador.”

Além disso, Cifuentes falou sobre propostas recebidas: “Haviam dois times russos, porém a guerra que está acontecendo lá foi algo que não poderia ser concretizado (a transferência). Algumas equipes europeias e americanas não podiam receber dinheiro da Rússia. Havia um time da Turquia e Championship (Segunda Divisão da Inglaterra).”

Na sequência, complementou falando do motivo de ter escolhido o Cruzeiro: “Em teoria, seriam cinco meses (de contrato), então era tirar minha família de onde já estava adaptada pra outro lugar que seria um problema. Então, tive que tomar a melhor decisão, e por isso estou aqui.”

Além disso, José Cifuentes detalhou as diferenças entre as propostas do Cruzeiro e outros clubes: “O que me trouxe ao projeto do Cruzeiro foi quando falei com a direção, pela opção de empréstimo, foi diferente. A opção de um ano, a diferença de outra equipe que queria por seis meses, foi um tema para organização com minha família. Ter um ano e poder falar com a direção, diferente dos outros clubes europeus, foi o que me trouxe pra cá.

Ademais, outro tema abordado pelo meia foi a boa recepção no Cruzeiro: “O profissionalismo de cada jogador, da comissão técnica, destaco o ambiente que há aqui é como uma família. Todos unidos pelo bem estar da equipe. Quando cheguei aqui vi que no existe de vaidade sobre onde jogou ou ser superior. Aqui percebi que por jogar em outro país, ou que ter subido do Sub-20, todos se tratam de igual.”

E finalizou: “Quando estava mais novo, não tive essa oportunidade de poder me associar de forma igual, e aqui isso acontece. Cada um pode opinar, os profissionais escutam desde os menores até as referências da mesma forma.”

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