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Há 25 anos, Cruzeiro conquistava tricampeonato da Copa do Brasil; relembre

Raposa foi campeão após vencer a final de virada

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Maior campeão da história da Copa do Brasil, o Cruzeiro completou 25 anos da conquista do tricampeonato. A conquista foi em 9 de julho de 2000, após vencer o São Paulo por 2×1 no Mineirão. Relembre como foi, e alguns detalhes da conquista.

O Cruzeiro vinha de uma década com várias conquistas, dentre elas, seus dois primeiros títulos da Copa do Brasil (1993 e 1996). Assim, o clube manteve, entre 1996 e 2000, vários nomes que se consolidaram como ídolos da história: Ricardinho, Cris, Geovanni e Marcelo Ramos, por exemplo. Veja o elenco completo:

  • Goleiros: André Doring, Jefferson, Fabiano e Fabio
  • Laterais direitos: Zé Maria e Jackson Coelho
  • Zagueiros: Cléber, Luisão, Cris, Alexandre Pereira e Marcelo Djian
  • Laterais esquerdos: Juan Pablo Sorín, Alonso, Alexander Viveros e Fernandinho
  • Volantes: Ricardinho, Rodrigo Chagas, Mancuso, Donizete Amorim, Wendel e Donizete Oliveira
  • Meias: Marcos Paulo, Cléber Monteiro, Sérgio Manoel, Valdo, Geovanni, Leandro Gaviolle, Alê, Paulo Isidoro e Léo Amorim
  • Atacantes: Oséas, Müller, Marcelo Ramos, Fábio Júnior, Alex Mineiro, Cristian Luciano e Zé Roberto
  • Técnicos: Marco Aurélio e Paulo Autuori

O Cruzeiro começou a sua caminhada vencendo o Gama e o Paraná, quando era treinado por Paulo Autuori. No entanto, o treinador saiu do clube, com Marco Aurélio chegando. Assim, com um novo comandante, o Cruzeiro seguiu avançando na Copa do Brasil, eliminando o Athletico (oitavas de final) e o Botafogo (quartas de final).

Por fim, na semifinal, a equipe mineira elimino o Santos, também sem facilidades: venceu o jogo de ida por 2×0 no Mineirão, e empatou a volta em 2×2 na Vila Belmiro. Do outro lado, o São Paulo chegou a final após eliminar o Atlético-MG.

Assim como os jogos anteriores, a final não foi fácil, pois o São Paulo tinha no seu elenco nomes como Rogério Ceni, Belleti, Edmilson, Maldonado e Marcelinho Paraíba. Dessa forma, a ida ficou empatado em 0x0, no Morumbi, e a decisão seria no Mineirão.

A final era disputada no Mineirão, mas o Cruzeiro teve as melhores chances, quase abrindo o placar no primeiro tempo. Panorama que se seguiu na etapa complementar, com Jackson quase abrindo o placar para o Cruzeiro, aos 16 minutos, mas esbarrando em Rogério Ceni.

Neste cenário, o São Paulo abriu o placar aos 20 minutos, em cobrança de falta de Marcelinho Paraíba. Como era de se esperar, o Cruzeiro foi para cima, e Marco Aurelio fez substituições, tornando o time mais ofensivo. Assim, com espaço para o contra-ataque, o São Paulo quase ampliou aos 19 minutos, mas Alexandre desperdiçou. Minutos depois, aos 32, foi a vez de Marcelinho Paraíba quase marcar o segundo da equipe paulista.

Mas, brilhou a estrela de Fábio Júnior, que saiu do banco para empatar o jogo aos 34 minutos. Embalado e empurrado pela sua torcida, o Cruzeiro foi em busca da vira e em cobrança de falta de Geovanni, virou, aos 44 minutos. Como não podia faltar emoção, aos 45 minutos, o São Paulo quase empatou, com o zagueiro Cléber salvando em cima da linha. Por fim, o Cruzeiro se sagrou campeão vencendo por 2×1.

Diego Marinho

Diego Marinho é um jornalista esportivo, especialista em cobertura do Cruzeiro Esporte Clube, também formado em história. Desde 2020 atuando como repórter setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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