Notícias

Seabra dispara contra arbitragem e faz acusação após derrota para o Cruzeiro

O treinador reclamou de antijogo e do critério da arbitragem da partida no Couto Pereira

Receba as principais notícias do Cruzeiro no seu WhatsApp!

Ícone WhatsApp Seguir

Após a derrota da última quinta-feira (30), para o Cruzeiro, o técnico Fernando Seabra falou em sua entrevista coletiva sobre o desempenho do Coritiba na partida. O treinador fez críticas ao árbitro Wagner do Nascimento Magalhães, que segundo o comandante do time paranaense, foi conivente com o “antijogo” da Raposa.

Em sua entrevista coletiva, Fernando Seabra afirmou que houve um antijogo do Cruzeiro e o árbitro Wagner Magalhães acabou não punindo a equipe celeste na partida realizada no Couto Pereira. O treinador chegou a citar nominalmente alguns jogadores da equipe mineira.

“Também entendo que o Cruzeiro fez muito antijogo, e o antijogo foi corroborado e permitido pela arbitragem. Então, isso não pode acontecer aqui. Matheus Pereira teve um atendimento de três minutos e meio no chão, três minutos e meio no chão. Antes, teve um do Gerson de um minuto, aí, são quatro minutos e meio. Sem falar em todos os tempos de reposição de tiro de meta desde o primeiro tempo do Otávio, que muitas vezes a bola ficou 20 segundos parada. Então, houve uma conivência tremenda com o antijogo do Cruzeiro, e eu entendo que isso é um desrespeito com o Coritiba enquanto mandante, porque, quando jogamos fora, nenhum time tem esse privilégio. A gente não tem esse privilégio como visitante contra ninguém”, disse o treinador.

O técnico também reclamou do critério do árbitro na aplicação de cartão amarelo. Fernando Seabra citou o cartão recebido por Thiago Santos, de acordo com a fala do treinador do Coritiba, Gerson fez uma falta igual e não foi advertido.

“Além do que, se você for ver, o Thiago Santos, numa primeira situação com uma falta de transição, tomou amarelo. O Gerson fez falta igual e tomou cartão de crédito. Está certo? O único cartão que ele tomou foi de crédito, porque ele pôde parar cinco, seis transições, parcelou e nem o amarelo ele recebeu. Ele só ganhou o cartão de crédito. São fatores que geram irritação dentro do campo, geram irritação nos jogadores. E quando você tem uma arbitragem que, no final do jogo, interrompe o jogo com um monte de faltas, numa situação que era uma bola nas costas para a gente gerar uma transição, para gerar um ataque a gol, o árbitro para, marca a falta para o Cruzeiro; ninguém nem entendeu para onde ele tinha marcado, ele inverteu uma falta, que nem falta era, uma vantagem para a gente, porque, no final do jogo, ele estava cansado e queria descansar. Essa é a verdade”, concluiu.

Dyhego Salazar

Dyhego Salazar é jornalista e radialista, desde 2016 atua na cobertura do Cruzeiro Esporte Clube. Também é editor e responsável pelo Diário Celeste, um dos maiores portais de notícias do Cruzeiro.

Leia também

Um Comentário

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo