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Fernando Seabra aponta o que faltou ao Cruzeiro na derrota para o São Paulo, comenta expulsão de Marlon e mais; confira

Cruzeiro perdeu para o São Paulo com Marlon sendo expulso ainda no primeiro tempo

Em jogo neste domingo (2), o Cruzeiro perdeu para o São Paulo pela Série A do Brasileirão. Mas, apesar de ter perdido, a equipe celeste teve chances claras. Diante disso, Fernando Seabra apontou o que faltou ao Cruzeiro e comentou a expulsão de Marlon, no primeiro tempo.

Primeiro, Fernando Seabra começou apontando o que, no seu entendimento, faltou ao Cruzeiro: “Futebol, para você jogar, depende da produção ofensiva. E na sua produção você ser eficaz. A gente trabalho, infelizmente a gente não teve a competência de alguns momentos a gente concretizar em gols as oportunidades que a gente criou.”

Na sequência, Seabra analisou os gols sofridos: “Os gols foram em momentos pontuais, não representam a totalidade do que foi o jogo. Eu preciso analisar a sequência toda, porque muitas vezes o problema acontece em forma de cadeia, mas, pelo que eu tenho em mente, os gols se devem mais a uma questão de leitura no início da progressão do São Paulo do que realmente falta de agressividade.”

Como destacou Fernando Seabra, o Cruzeiro foi superior em finalizações no primeiro tempo, mesmo tendo sofrido o gol no início do jogo. Mas, os jogadores não souberam aproveitar as 7 chances que tiveram, e o São Paulo aproveitou as suas.

Fernando Seabra analisa expulsão de Marlon

O panorama do jogo mudou drasticamente com a expulsão de Marlon, comentada por Seabra: “Eu não tenho clareza do lance. Não posso julgar. Mas o Marlon é um jogador responsável, consciente, se desculpou com o grupo no final do jogo e agradeceu pela entrega. Ele está muito ciente de que o cenário ficou desvantajoso pra gente. E a gente tem total confiança nele. Ele é um jogador competitivo. Teve um erro de cálculo e acabou sendo expulso. Não é reincidente. Tem nosso apoio.”

Ademais, Fernando Seabra destacou que lições tem que ser tiradas: “A gente tem que saber assimilar. Isso faz parte da nossa vida. A gente tem que ser criterioso no desempenho. Reforçar e estimular os pontos positivos e não negligenciar onde a gente precisa melhorar. A gente tem que representar um clube gigante e uma torcida apaixonada. Mesmo vencendo e vai bem, a gente identifica os erros. O adversário estuda a gente e pode tirar proveito de alguma situação.”

Diego Marinho

Mineiro, 31 anos. Graduado em História, setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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