Após queda de Ednaldo Rodrigues, Cruzeiro se posiciona sobre eleição de novo presidente da CBF; veja
Nova eleição já tem data marcada
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Ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ednaldo Rodrigues foi destituído do cargo. Diante disso, será convocada eleição para definir o novo presidente da entidade, e o Cruzeiro se posicionou sobre o novo pleito eleitoral.
O Cruzeiro seguiu o posicionamento dos clubes que fazem parte da Liga Forte União (LFU) e Libra, apoiando a eleição de Reinaldo Carneiro Bastos. Atual líder da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo lançou neste sábado (17), a sua candidatura a presidência da CBF.
No posicionamento, o Cruzeiro e outros 31 clubes declararam seu apoio: “Nesse momento, os clubes brasileiros, já unidos na missão da criação da sua Liga, reúnem-se em torno do apoio público à eleição de Reinaldo Carneiro Bastos à presidência da CBF para o próximo ciclo.”
Da Série A, os seguintes clubes assinaram o documento: Atlético-MG, Bahia, Ceará, Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Fortaleza, Internacional, Juventude, Mirassol, Bragantino, Santos, São Paulo, Sport, Vitória.
Da Série B, assinaram o documento: Amazonas, América-MG, Athletico-PR, Atlético-GO, Avaí, Botafogo-SP, Chapecoense, Criciúma, Coritiba, CRB, Cuiabá, Ferroviária, Goiás, Novorizontino, Operário-PR, Vila Nova.
A eleição já foi marcada, será no dia 25 de maio (domingo). O período de mandato do quadriênio é de 2025 a 2029.
Cruzeiro havia apoiado presidente anterior
Vale destacar que o Cruzeiro foi um dos clubes que apoio a eleição de Ednaldo Rodrigues. No entanto, Ednaldo teve seu mandado interrompido devido a uma suposta falsificação da assinatura do Coronel Nunes, um dos vice-presidentes da entidade, em um documento que reforçava o poder de Ednaldo Rodrigues dentro da CBF.
A decisão foi publicada na quinta-feira (15) pela 19ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). O responsável é o desembargador Gabriel De Oliveira Zefiro, presidente da comissão, que atendeu o pedido do vice-presidente, Fernando Sarney.
Não tem que voltar com ele não