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CBF mantém normativa sobre gramado sintético e retomará assunto no futuro; confira

Clubes brasileiros tem discordâncias sobre utilização do gramado sintético no Brasil

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Um dos temas mais polêmicos do futebol brasileiro, é a utilização do gramado sintético. Assim, mesmo com a pressão de alguns clubes, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu manter a normativa atual sobre o tema. Mas, retomará o debate no futuro, no próximo conselho técnico.

No conselho técnico realizado nesta quinta-feira (11), Flamengo e Fluminense tentaram pressionar para que a entidade proibisse a utilização do gramado sintético. No entanto, o assunto não entrou nem mesmo na pauta para votação. As informações foram divulgadas pela Rádio Itatiaia.

Nesse sentido, vale destacar que a CBF manteve a normativa que aparece no Regulamento Geral de Competições de 2025. Onde, o gramado sintético é permitido, desde que atenda aos padrões mínimos exigidos pela FIFA, em especial a certificação técnica (por exemplo, FIFA Quality Pro) exigida para receber jogos oficiais.

Ademais, vale destacar também que a entidade permite gramado sintético em competições oficias desde 2018. Portanto, não é uma novidade, e alguns clubes brasileiros atuam em gramados sintéticos. São eles: Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras.

A discussão não é nova, e ganhou mais capítulos recentemente, quando o Flamengo publicou uma nota oficial apresentando propostas para melhorar a qualidade dos campos brasileiros. A proposta da equipe carioca apresenta 8 pontos.

Posteriormente, foi a vez de Athletico Paranaense, Atlético, Botafogo, Chapecoense e Palmeiras, postarem uma nota conjunta apontando que o gramado sintético supera o gramado natural mal conservado. Além disso, os clubes ressaltaram que, apesar da permissão, não existe uma regulamentação do gramado artificial no Brasil.

Por fim, ainda sobre o tema, vale destacar que alguns jogadores protestaram contra o gramado sintético, há alguns meses atrás. Um deles foi o atacante Gabigol, que está no Cruzeiro.

Diego Marinho

Mineiro, 33 anos, historiador e setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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