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Alexandre Mattos detona VAR no clássico contra Atlético e declara posição do Cruzeiro sobre a arbitragem; confira

Mattos citou lance envolvendo Dudu

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CEO do Cruzeiro, Alexandre Mattos endossou a fala de jogadores como Fabrício Bruno e Dudu, que criticaram a arbitragem no clássico contra o Atlético. Assim, Mattos detonou o VAR, e também declarou qual a posição do clube para o próximo clássico.

Primeiro, Mattos ressaltou situações passadas: “Não viemos reclamar de arbitragem, vou falar de fatos que vêm acontecendo com o Cruzeiro. Desde quando chegamos, o Cruzeiro entende que algumas situações são maléficas ao clube. Isso vem de alguns anos. Buscamos acreditar, confiar, conversar, ser profissional, só que o fato é: hoje, pouco antes da expulsão do Gabriel, houve um pisão proposital, todos acompanharam.”

Na sequência, complementou: “Ou não teve a chamada do VAR ou o árbitro não quis. O VAR teve papel fundamental no jogo. O Dudu foi pisoteado por um companheiro de profissão, que deveria, no mínimo, ser questionado nas imagens. Foi antes da expulsão do Gabriel. Infelizmente, não aconteceu.”

O lance aconteceu aos 17 minutos do primeiro tempo, e Dudu ao fim da partida, também criticou o fato do VAR não ter chamado o árbitro Felipe Fernandes de Lima para a revisão.

Posteriormente, Alexandre Mattos citou a expulsão de Gabigol: “O segundo fato é que, no lance do Gabriel, pessoas da comissão técnica do Cruzeiro, que estavam próximas, relataram no vestiário que o árbitro dizia que ele [Lyanco] abaixou a cabeça. Vamos pedir as gravações. O VAR insistiu na expulsão, tanto que o juiz estava defendendo que ele tinha abaixado a cabeça.”

Enquanto, sobre o trio de arbitragens, o CEO do Cruzeiro citou as origens de Cuca, técnico do Atlético: “A arbitragem era toda mineira, os três árbitros. Aí fica o questionamento: por que veio o VAR lá do Paraná, nascido em Curitiba? Não entendi essa. O treinador do nosso rival é de Curitiba, né? Estranho. Pra quê?”

Sobre a Federação Mineira, Alexandre Mattos criticou: “A Federação (mineira) precisa, de uma vez por todas, ser isenta, correta, transparente. O Cruzeiro exige isso. Começamos o Mineiro tendo que mover uma montanha para fazer uma mudança de jogo. Sei disso porque o Pedro (Lourenço) e eu, participamos ativamente do processo. Mudaram na pressão enorme que a gente fomentou para mudar o jogo.”

Na sequência, completou: “São coisas corriqueiras que vêm acontecendo. Tenho que falar para o torcedor que isso acabou. O Cruzeiro não vai aceitar nenhum tipo de benefício. Não queremos ser ajudados, mas também não vamos aceitar passivamente esse tipo de situação externa atrapalhando o nosso dia a dia. Vamos corrigir os erros internamente, com atletas, comissão, enfim. Agora, esse externo, se precisar, vamos falar abertamente o que temos de sentimento. Ou muda, ou vamos continuar falando o que está acontecendo.”

Por fim, Alexandre Mattos declarou que o Cruzeiro vai exigir arbitragem de fora nos próximos clássicos: “Qualquer clássico pela frente, não temos mais a confiança em ter arbitragem mineira. Queremos arbitragem de fora. Amanhã, vamos mandar um ofício. Vamos formalizar que o VAR de Curitiba definitivamente não participe mais de um jogo do Cruzeiro. A arbitragem de fora é predicada na Série A.”

Diego Marinho

Diego Marinho é um jornalista esportivo, especialista em cobertura do Cruzeiro Esporte Clube, também formado em história. Desde 2020 atuando como repórter setorista do Cruzeiro no Diário Celeste.

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3 Comentários

  1. Ó arbitragem foi ruim foi concordo mas tem umas pessas que não tá rendendo tá jogando com o nome ó sr Matheus Pereira impressionante em jogo grande ele não entra em campo

  2. Foi assaltado mas nâo da pra colocar a culpa so no juiz, achei que o time ia partir pra cima mas o tome na minha opiniâo foi horrivel andaram em campo e deram força para o adversario que estava bastante acuado

  3. É só ver quem está na CBF ligado as frangas, e que tem influência na FMF que chegarão ao mandante das decisões do VAR. Isto vem acontecendo desde quando o Cruzeiro estava na série b, para prejudicar o clube. É aquele negócio, a FMF precisa arrecadar com as frangas na final.

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