Coluna

Os novos desafios do calendário, até que ponto exageramos nas cobranças ao Cruzeiro?

A equipe disputou 10 jogos entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026

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São incríveis 10 jogos do Cruzeiro entre dezembro/2025 e janeiro/2026. Nesse período teve: reta final de Campeonato Brasileiro, semifinal de Copa do Brasil, férias, pré-temporada, clássico de Estadual, início de Brasileirão.

Uma insanidade.

Tirando Fluminense e Corinthians, nenhum clube do Brasil passa por uma absoluta tranquilidade.
Até onde as críticas ao desempenho têm fundamento?

O Cruzeiro hoje passa por uma maior cobrança pela campanha do Brasileiro 2025, chegada do Gerson, com isso é natural que a expectativa fique maior. O encaixe não vem tão facilmente sem jogos, ritmo, preparação física.

A 1ª rodada do Brasileirão mostrou um grande desnível físico, as equipes se arrastaram no 2º tempo das partidas, o Botafogo se sobressaiu no contra-ataque, nada com intensidade ou algo parecido.

Tite tem o peso da cobrança pela sequência de um bom trabalho, de encaixar Gerson na equipe, mas sem tempo nada será possível.

O grande desafio dele ao meu ponto de vista é potencializar Gerson e Matheus Pereira, conseguindo uma liga deles no meio campo é o primeiro passo pra um caminho de sucesso.

O calendário está cruel com todos, os clubes parecem ter sido pegos de surpresa com a correria de jogos, pressão por resultados, mas o caminho ainda é longo e não pode perder o foco.

*O conteúdo deste texto não reflete, necessariamente, a opinião do Diário Celeste

Éden Moreira

Eden Moreira, engenheiro civil, 35 anos, colunista do Diário Celeste, abordando reflexões para sairmos do senso comum no futebol brasileiro.

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